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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ecologia Humana! O resgate da humanidade e do meio ambiente




relação entre as áreas de
conhecimento da Ecologia Humana
Somos tão culpados como vítimas do atuais problemas sócio-ambientais que vivemos, uma vez que as tecnologias, descobertas e avanços nos permitiram obter melhorias em diferentes áreas do conhecimento e das necessidades humanas, sem que nos preocupássemos com as consequências que isto traria ao ecossistema. Reverter tal situação é a base que provoca a necessidade de desenvolvimento da Ecologia Humana. 

Ecologia humana é a ciência das relações entre os seres vivos e o meio ambiente; é a perspectiva da sociologia, antropologia, psicologia social, economia doméstica, demografia , geografia humana e outras sobre a relação das pessoas com o meio ambiente, o ar , água, solo, os organismos vivos e as estruturas físicas, incluindo tudo construída pelo homem. Esta ciência estuda a adaptação social as tecnologias e como devem, os humanos, adaptar-se ao ambiente para sobreviver. 

A contraposição alcançada entre o sistema social e o ecossistema, nos permite traçar estratégias sustentáveis em todas as áreas de desenvolvimento. Exemplo disto é que, quando a população cresce, deve ser estudado onde esta população deve ser assentada e, por vezes invadir áreas agrícola ou naturais para construir e acomodar a nova população. Isso provoca a deterioração do meio ambiente, portanto, a ideia é atingir o equilíbrio, estudando inclusive quotas de poluição que podem ser produzidos, planejando adequadamente o tráfego e tipo de projeto urbano (ecologia urbana), que iremos adotar. A ideia é atenuar conflitos entre o meio ambiente que precisa ser protegido e o desenvolvimento da comunidade humana. 

A ecologia humana visa abranger diversas áreas de estudo como os efeitos do consumo de peixe, detectar o perigo das armadilhas das redes de nylon e seus danos nos peixes e aves que não são capazes de escapar delas, a relação entre cadeias alimentares quebrados pela presença humana em certos sectores etc. Além disto precisa abortar os Serviços de ecossistemas, que refere-se ao subconjunto de funções do ecossistema que são úteis aos seres humanos. Devido às constantes interferências humanas na biosfera, torna-se urgente estudar com mais profundidade os serviços de ecossitemas e desenvolver ferramentas para seu gerenciamento. Muitas dessas funções são críticas à nossa sobrevivência, tais como:

• a manutenção da fertilidade do solo;
• regulação do clima ;
• purificação do ar;
• fotossíntese e regulação dos níveis do gás carbônico;
• controle natural de pragas;
• polinização em culturas;
• fornecimento de bens do ecossistema tais como alimento, madeira e água fresca, entre outras.


O conceito de Ecologia Humana, nasce na escola de Chicago em 1920, inicialmente chamado de ecologia vegetal e ecologia urbana. Tudo começa com o estudo de invasões que séculos atrás foram forjados por europeus no território americano, começando com o estudo do impacto sobre a cultura, o desenvolvimento, a mudança social e do meio ambiente. Sob ela, portanto, para avaliar a qualidade de vida, com base no respeito pela essência das comunidades como um ponto de vista, esta qualidade está fornecendo laque ambiental. Cientistas de Park e Burgess, ecologia vegetal, inicialmente chamado e ecologia urbana. Tudo começa com o estudo de invasões séculos atrás forjados europeus em virgem-americanos, começando com o estudo do impacto sobre a cultura, o desenvolvimento, a mudança social e do meio ambiente. Isto foi conseguido a partir da avaliação da qualidade de vida baseada no respeito pela essência das comunidades com uma perspectiva sobre todo o meio que lhe circunda. 

A abordagem ecológica, provavelmente, é a mais abrangente para incorporar o conhecimento científico as suas aplicações práticas que possa ter. É uma maneira de trabalhar com a informação (documentação), como gestores de conhecimento procurando um nicho, uma cova, na estruturação do modelo de ecossistema social. 

A Ecologia Humana deve estudar a relação entre as pessoas e organizações sociais com o ecossistema que estão inseridos e sob as perspectivas das tecnologias disponíveis e as que irão se desenvolver. Isto porque a população cresce a cada dia e pressiona o ecossistema a nutrir e fornecer energia para a manutenção do nosso modelo de vida social. 

Seu objetivos é interligar as relações entre as perspectivas das ciências sociais com as biológicas, cujo principal objectivo é saber como comunidades humanas concebem, usam e manipulam o ambiente, incluindo as mudanças ou classes de respostas dadas pelos meio ambiente em níveis biológicos, sociais e culturais. 

A ideia é que ao longo do tempo haja mudanças no pensamento e no planejamento. Assim, todos os projetos devem cumprir os conceitos de Ecologia Humana, e que este seja o núcleo da enunciação do ambiente criado por seres humanos a partir de sua orientação sócio-cultural, dando ênfase ao respeito e ao desenvolvimento sustentável e harmonioso. A Ecologia Humana deve procurar satisfazer as necessidades das comunidades, melhorando a qualidade de vida da população, regulamentando as atividades humanas, visando a conservação do patrimônio ambiental, cultural, tecnológico e social, desenvolvendo modelos de implementação sustentável. 

A Ecologia Humana deve fomentar aplicações que ao longo do tempo sejam aplicadas nas relações sociais, no estudo da distribuição espacial, no estudo das áreas socioculturais, no estudo de comunidades e regiões, nas relações causais das reações físicas e biológicas e motivações psicológicas do ambiente.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Cidades Sustentáveis: As Cidades do Futuro

A meta principal deverá ser o fortalecimento do centro da cidade, atraindo as pessoas, atividades e investimento para o seu centro e pôr fim ao fenômeno de dispersão das cidades que só tem aumentado o tráfego de automóvel, o consumo energético e a área de solo ocupada. (…) Fundamental é o apoio aos bairros mais carentes, através da erradicação das áreas que ameaçam a atratividade, a competitividade, a coesão social e a segurança nas cidades.



As cidades são matrizes complexas de atividades e efeitos que exigem um planejamento sustentável e a compreensão das suas relações e impactos locais e globais. Têm um papel decisivo na concretização de objetivos de diversas estratégias e na solução para a sustentabilidade global. O envolvimento efetivo de agentes e cidadãos constitui um dos grandes desafios, tal como a percepção de cada local como uma realidade única à qual os processos, embora assentes em princípios e fases metodológicas concertados, se devem adaptar.

Na Carta de Leipzig sobre Cidades Europeias Sustentáveis (Maio 2007), os 27 Estados-Membros definiram, pela primeira vez, o modelo ideal de cidade para a Europa do século 21 e acordaram estratégias comuns para uma política integrada de desenvolvimento urbano, que combina todas as políticas relevantes da UE e envolve os atores públicos e privados de todos os níveis – local, regional, nacional e comunitário. A Carta de Leipzig define as bases da nova política urbana européia, focada em auxiliar as cidades a resolver os problemas de exclusão social, envelhecimento, mobilidade e alterações climáticas. Determina, então, que deverão ser tomadas em consideração simultaneamente e em pé de igualdade todas as vertentes do desenvolvimento sustentável, nomeadamente a prosperidade econômica, o equilíbrio social e um ambiente saudável.

São quatro as áreas fundamentais para avançar neste sentido: economias locais viáveis; comunidades justas, pacíficas e seguras; cidades eco-eficientes; comunidades e cidades revigoradas. Sem esquecer que é importante considerar tanto a questão da energia e dos materiais (inputs), quanto a dos resíduos e do crescimento das estruturas como carros e edifícios (outputs). Só assim se conseguirá tornar a Europa um espaço mais atrativo para viver e trabalhar, uma vez que, se por um lado as cidades geram 75 a 85% do Produto Interno Bruto da Europa, por outro consomem quase três quartos da energia (Carta de Leipzig, 2007).

A meta principal deverá ser o fortalecimento do centro da cidade, atraindo as pessoas, atividades e investimento para o seu centro e pôr fim ao fenômeno de dispersão das cidades que só tem aumentado o tráfego automóvel, o consumo energético e a área de solo ocupada. Logo a seguir vem a recuperação de edifícios residenciais e comerciais no centro das cidades, com uma maior diversidade de atividades e dotada de áreas de lazer e trabalho, tornando as cidades mais vigorosas e mais estáveis, social e economicamente. Fundamental é o apoio aos bairros mais carentes, através da erradicação das áreas que ameaçam a atratividade, a competitividade, a coesão social e a segurança nas cidades.

Na Europa existem já diversas pequenas cidades com desenvolvimento sustentável consolidado. Entre bairros, pequenas cidades e megacidades, encontram-se por todo o mundo diversos exemplos a seguir. Reconhecidas pela ONU como modelo de sustentabilidade, existem atualmente milhares de comunidades de baixo impacto ambiental no mundo, pequenos centros comunitários pensados e construídos por forma a otimizarem os benefícios da energia solar e o aproveitamento das águas das chuvas, onde a produção alimentar é local e orgânica, as construções recorrem a materiais naturais e os resíduos são devidamente valorizados.

Em Portugal, as cidades de Lisboa e Porto estão integradas no grupo de sete cidades (Boston, Lima, Lisboa, Porto, Cidade do México, São Francisco e Singapura) que serão alvo de estudo de investigadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e de Portugal, no âmbito da quantificação e promoção do nível de sustentabilidade relativa dos centros urbanos. Este grupo de investigação visa fomentar a discussão sobre formas de apoio à decisão dos responsáveis políticos em matéria de concepção, teste e implementação de novas políticas ambientais, a par da difusão de novos conhecimentos pela população, visando captar o seu empenho e melhor compreensão desta matéria.

Os bons exemplos

Seguem-se alguns dos bons exemplos, acompanhados por muitos outros em curso pelo mundo fora.

Fraiburgo, no sudoeste da Alemanha, é considerada como cidade 100% sustentável, contando com meios de transporte de baixo impacto ambiental, residências sustentáveis, educação ecológica desde o ensino básico e uma urbanização que possibilita toda esta integração. Pratica uma política energética assente em 3 pilares: conservação de energia, uso de tecnologias em ciclo combinado e uso de energias renováveis. A cidade criou um programa de incentivo à energia solar e impôs que as casas novas devem ter um design de alta eficiência, o que significa usar apenas 2/3 do que é permitido por lei. O seu bairro Vauban é um bairro sem carros, onde os residentes se movimentam basicamente a pé, de bicicleta e, para deslocações mais distantes, em autocarros elétricos. Tem todas as casas construídas com técnicas orientadas para o baixo consumo de energia, desde o isolamento térmico, janelas, sistema de ventilação e o aquecimento dos apartamentos centralizado no prédio e solar, à reciclagem de dejetos transformados em energia por um reator de biogás, para além de um sistema próprio de tratamento de água.

Helsinki possui uma das maiores percentagens de água potável do planeta e aquela que é considerada a população melhor educada do mundo. Cerca de metade da população utiliza o autocarro como transporte, sendo 15% destes movidos a gás natural (Ethisphere 2008), para além de inúmeras ciclovias por toda a cidade.

Reiquiavique, a maior cidade da Islândia, é líder em energia renovável. Tem o maior sistema de aquecimento geotérmico do mundo, que, de acordo com a Clinton Climate Initiative, salvou a cidade de bilhões de dólares em custos de aquecimento desde que o sistema foi implementado em 1940. Para além disso, é líder em sistemas de cuidados em saúde e em qualidade de vida da população.

Rotterdam, uma das cidades portuárias mais importantes do mundo, a par de Xangai, tem desenvolvido uma iniciativa para controlar os níveis de CO2 provenientes dessa distinção. Em 2025, o seu plano de sustentabilidade prevê reduzir as emissões desse gás em 50% dos níveis de 1990. Foi pioneira em pisos de dança sustentáveis, com molas debaixo dos mesmos que geram eletricidade.

A cidade brasileira de Curitiba tem sido planejada para o desenvolvimento sustentável desde a década de 60, sendo atualmente um modelo de soluções de urbanismo, educação e equilíbrio com o meio ambiente. Com o foco na inclusão e na geração de oportunidades focadas nas necessidades reais da população, investiu em infra-estruturas como o “Linhão de Emprego”, com dezenas de quilômetros de barracões empresariais que inserem o pequeno empresário no mercado formal, levando programas sociais a toda a população, de forma não paternalista, e promovendo o afluxo de trabalhadores rurais carentes. Em parceria com a comunidade pavimentaram-se ruas, implantaram-se escolas, creches, postos de saúde e outros equipamentos públicos que suportam a sua rede social de atendimento. Paralelamente, possui um expedito sistema de autocarros concebido para cobrir toda a cidade e que é utilizado pela grande maioria da população.

Toda a cidade de Curitiba está organizada de modo a servir as pessoas nos seus mais variados aspectos, conforto, cultura, desporto e lazer. Tudo isto com o mínimo de poluição visual, organizacional e funcional e de gases que provoquem e aumentem o efeito de estufa.

Quanto aos lixos foram adotadas soluções que levaram a que na cidade e seus arredores deixasse de haver pobres e pedintes, estes passaram a recolher o lixo e entregam nas unidades de recolha para reciclagem em troca de dinheiro e comida.

A Expô 2010, a decorrer entre 1 de Maio e 31 de Outubro, em Xangai - cidade chinesa que mais verbas atribui ao ambiente-, tendo como tema “Better Cities – Better Life” - mais um sinal de como a sustentabilidade nas cidades é um dos temas prioritários da atualidade.

Portugal estará presente na Expô 2010 com um projeto que destaca os avanços nacionais no domínio das energias renováveis e a criação de produtos inovadores de foro ambiental e energético. O pavilhão, da autoria do arquiteto Carlos Couto, terá 2000 metros quadrados e uma fachada revestida a cortiça, reciclável e ecológica, refletindo o conceito de sustentabilidade dos edifícios das cidades contemporâneas.

Em 2006, foi anunciada a construção da primeira eco-cidade do mundo criada de raiz, Dongtan, a 25 quilômetros de Xangai. Pegada de carbono a zero, construção sustentável, zero carros, substituídos pelos transportes públicos não poluentes, trabalhar para fomentar a biodiversidade, eram apenas alguns dos objectivos a atingir. Paralelamente, Dongtan teria o papel de um “laboratório” à escala urbana, onde se poderia definir o futuro do desenvolvimento urbano sustentável na China e mais além. Previa-se estar pronta a habitar por altura da Expo 2010, mas as referências à cidade deixaram de se fazer ouvir.

Mas o sonho da cidade do futuro persiste, de pés e mãos firmes na Terra, percorrendo caminhos que exigem longas e consequentes caminhadas. Posto isto, o processo para cidade sustentável assenta na criatividade e na mudança. Põe em causa a ação tradicional das autoridades e procura novas competências e relações organizativas e institucionais.

Fontes de informação:
- Carta de Leipzig 2007

- http://ethisphere.com/2020-global-sustainability-centers/
- http://www.cidadesdobrasil.com.br
- http://www.cienciahoje.pt
- http://thegreenvision.wordpress.com

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Áreas de atuação do Economista Doméstico

Desenvolvimento Rural e Urbano

Planeja e executa, em instituições publicas e privadas, atividades de apoio às funções de subsistência da família e comunidade com vistas ao desenvolvimento sustentável. Desenvolve ações para a preservação da saúde através da formação de hábitos de higiene, da melhoria alimentação e nutrição, do vestuário e da melhoria das condições de habitação. Apoia alternativas para melhoria da renda familiar orientando tecnologias de conservação e processamento artesanal de alimentos, artesanato e outros.

Serviço de Alimentação

Atua em restaurantes de empresas industriais e comerciais, desempenhando atividades de planejamento físico, administração, supervisão e elaboração de cardápios balanceados e de custos mínimos para comunidade sadias.

Educação do Consumidor

Planeja, coordena e executa programas de informação e educação do consumidor para aquisição e uso de bens de consumo e serviços utilizados pela família e outros grupos, focalizando aspectos tais como: orçamento doméstico, crédito, propaganda, seleção, compra e uso adequado .

Hotéis e Similares

Dirige, organiza e supervisiona o espaço físico, a higiene dos recintos os serviços de rouparia e lavanderia e o serviço de alimentos e bebidas. Coordena a recepção e integração dos clientes e a promoção de eventos, visando sempre a qualidade no atendimento.

Habitação e Planejamento de Interiores

Elabora projetos direcionados à melhor utilização dos espaços físicos, ventilação, iluminação, circulação da moradia , considerando os aspectos psicológicos, sociais, culturais e estéticos da família e da coletividade. Considera a disponibilidade de recursos econômicos e preferências do usuário, visando o conforto e a funcionalidade.

Desenvolvimento Humano

Atua em instituições públicas e privadas, planejando, orientando, supervisionando e executando programas de atendimento ao desenvolvimento integral da criança, do idoso e outros grupos vulneráveis. Presta assessoria na implantação de projetos de creches, asilos e outras casas comunitárias .

Indústria de Produtos Alimentícios

Atua em laboratórios de desenvolvimento de novos produtos e de controle de qualidade, atendendo às necessidades do consumidor. Em cozinhas experimentais, responsabiliza-se pelo teste de produtos manufaturados e pelo preparo dos mesmos em adequação aos equipamentos utilizados.

Serviços de Promoção Social na Indústria e no Comércio

Planeja, supervisiona e executa programas de assistência a industriários e comerciários, orientando sobre o melhor uso do salário, o ensino formal, a educação do consumidor, alimentação, higiene, vestuário e habitação, tendo por objetivo o alcance de uma melhor qualidade de vida.

Vestuário

Atua no planejamento, supervisão e orientação dos serviços de modelagem e produção do vestuário, no setor industrial como empresário ou industriário.

Conservação Têxtil

Atua em instituições públicas e privadas na administração dos serviços de rouparia e lavanderia em hotéis, hospitais e lavanderias comunitárias. Orienta na aplicação da técnica e da seleção adequada de tecidos, confecção, conservação e higienização do vestuário.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Nossos novos desafios

A Sustentabilidade é o desafio do século XXI. E o que os Economistas Domésticos tem produzido acerca deste desafio. Estamos num momento em que devemos sair de nossa zona de conforto. É chegada a hora de oferecermos um princípio orientador da Economia Doméstica para a Sustentabilidade e a Ecologia Humana.

Por vezes não percebemos que as palavras Ecologia e Economia têm a mesma raiz grega Oikos, que significa "casa" e também “economia doméstica”.

Tal desafio é incomodo porque demanda de nós responsabilidade em longo prazo e apesar dos nossos horizontes de planejamento até o momento míope, não podemos evitar que a sustentabilidade nós encontre. É impossível e também inaceitável avaliar ou solucionar os problemas fundamentais dos novos dias no conforto de nossas poltronas.

Acompanhar as consequências das novas realidades não é o bastante. O Economista Doméstico precisa antecipar o que esta por vim e propor desde já uma alternativa viável e adequada. Não pode haver futuro para qualquer profissão sem que a sustentabilidade faça parte de sua pauta.

Por isso busquemos nos nortear para a ecologia humana, estudando as relações e as interações entres os seres e o seu meio ambiente natural e/ou humano dentro do enfoque do Economista Doméstico.